‘Se ela namorar menino ou menina…’: Cauã Reymond fala sobre relação com a filha de 13 anos

  • O conhecido ator Cauã Reymond, aos 45 anos, falou sobre sua vida com sua filha Sofia, de 13 anos, fruto de seu relacionamento passado com Grazi Massafera. Em uma entrevista para o portal LeoDias, ele explorou assuntos como as naturalidades das curiosidades adolescentes e o desenvolvimento pessoal de sua filha.

    Cauã aborda a experiência de não ser um pai excessivamente ciumento frente às novidades que sua filha enfrenta. Ele sublinha que experiências como o primeiro beijo e o interesse amoroso são processos que ocorrem no tempo apropriado para cada pessoa.

    No decorrer da conversa, Cauã mencionou que aceitará as escolhas amorosas da Sofia, independentemente do sexo de seu futuro companheiro ou companheira. Ele enfatiza a importância de manter um ambiente familiar que seja voltado para a liberdade e o respeito.

    Transformando Relações: De Pai e Filha para Amigos

    Em outro momento, dialogando com a jornalista Joyce Pascowitch, Cauã revelou que sua relação com Sofia avançou para uma amizade sincera e profunda. Ele admira a maturidade da filha, percebendo que em muitos aspectos, ela é mais madura do que ele mesmo.

    Este relacionamento aberto e franco permite que pai e filha discutam assuntos típicos da juventude, como primeiros beijos e outras primeiras experiências. Cauã está comprometido em assegurar que ela explore o mundo de forma segura e acolhedora.

    O Valor da Presença Paternal e o Suporte Emocional

    O ator destacou seu papel fundamental de ser um apoio constante na vida de Sofia, evitando qualquer pressão desnecessária. Ele ressalta a importância de a adolescente ter a certeza de que será respeitada em cada etapa de sua vida.

    'Nessa idade, surge para todo mundo, essa curiosidade, o primeiro beijo, essas coisas acontecem naturalmente. Então, vou dar o tempo dela. Eu quero que ela namore dentro de casa, se ela namorar menino ou menina, o que ela decidir vai ser abraçada. O lar é para isso', afirmou Cauã, esclarecendo que estar emocionalmente disponível é essencial para lidar com as mudanças intensas da adolescência.

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