A disputa legal entre a apresentadora Lívia Andrade e o empresário Marcos Araújo tomou um novo rumo com a concessão de uma medida protetiva para Lívia. Essa ação judicial foi impulsionada após ela registrar um boletim de ocorrência detalhando uma série de incidentes que ocorreram após o término de seu casamento em agosto de 2023.
Lívia acusou o ex-marido de violência doméstica, dano patrimonial e perseguição, levantando debates nas redes sociais sobre o assunto. Ela relatou que, inicialmente, o divórcio se deu de forma amigável, sem indícios de conflitos.
Da convivência à divergência
A apresentadora mencionou que inicialmente concordaram em viver sob o mesmo teto, em quartos separados, para facilitar a divisão do patrimônio. Contudo, o ambiente cordial durou apenas cerca de 30 dias, e logo o comportamento de Marcos se alterou significativamente, complicando a convivência.
Insegurança e acusações
Com o tempo, Lívia se sentiu cada vez mais insegura, especialmente com a presença constante de seguranças armados contratados por Marcos e a suspeita de que estava sendo monitorada, inclusive com o possível envolvimento de seu motorista. Além disso, enfrentou restrições no uso de suas propriedades e obstáculos em seus negócios, além de denunciar um saque indevido de cerca de R$ 5 milhões de seus recursos financeiros.
Um incidente particularmente alarmante foi uma tentativa de abuso sexual, que afetou profundamente sua estabilidade emocional e a levou a buscar intervenção legal urgente. Em resposta, o tribunal determinou que Marcos Araújo deixasse imediatamente a residência compartilhada e mantivesse uma distância mínima de 300 metros de Lívia. Embora o advogado de Marcos, Luiz Flávio Borges D’Urso, tenha acatado a decisão, ele alegou que as acusações foram influenciadas por um estado emocional abalado.