Na última quarta-feira, o tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto foi submetido a uma audiência de custódia que resultou na manutenção de sua prisão preventiva. Ele é acusado pelo assassinato de sua esposa, a policial militar Gisele Alves Santana, em um caso que está sendo tratado como feminicídio.
A sessão ocorreu no mesmo dia de sua prisão, em um apartamento em São José dos Campos, onde ele residia desde o incidente em fevereiro. Foi nesse local que Gisele foi encontrada morta com um tiro na cabeça.
A defesa do acusado alega suicídio
Desde o início das investigações, Geraldo Neto sustenta que Gisele teria cometido suicídio, tese que continua sendo apoiada por seus advogados. No entanto, as evidências apontam para um possível cenário de violência doméstica por trás do crime.
Outras acusações enfrentadas pelo tenente-coronel
O tenente-coronel está sendo acusado também de fraude processual. Há indícios de que ele possa ter manipulado a cena do crime para fazer parecer que houve um suicídio. A continuidade de sua prisão foi decidida com base na seriedade das acusações e na importância de preservar a ordem pública e o progresso correto das investigações.
O processo segue sendo conduzido tanto pela Justiça Militar quanto pela Justiça comum, evidenciando a complexidade e a gravidade do caso.