Diosdado Cabello, ministro do Interior da Venezuela, divulgou que um ataque liderado pelos Estados Unidos resultou em cerca de 100 mortos, entre eles civis e militares, além de numerosos feridos. O incidente aconteceu no último sábado em várias regiões, incluindo a capital Caracas, e culminou na detenção do presidente venezuelano, Nicolás Maduro.
Segundo autoridades locais, muitas das vítimas eram membros da segurança que apoiavam Maduro e foram mortos brutalmente. Cabello também mencionou que aproximadamente 32 cubanos das forças armadas e de inteligência foram mortos. A primeira-dama, Cilia Flores, foi ferida durante os confrontos, assim como Maduro, ambos em recuperação após a captura.
A Venezuela iniciou uma semana de luto nacional em memória dos falecidos, sublinhando o profundo impacto do ataque sobre a nação. Relatos indicam que este plano dos EUA faz parte de uma estratégia maior, que envolvia pressão militar e sanções econômicas que vinham sendo aplicadas há meses, além de operações no Mar do Caribe.
Relações tensas e repercussão global
O ataque representa um pico de tensão nas já complicadas relações entre os Estados Unidos e a Venezuela, provocando críticas de várias nações e debates acalorados sobre a soberania nacional e os limites da intervenção militar.