‘Palhaços’: após prestar depoimento, Felca faz duras críticas aos advogados de Hytalo Santos

  • O influenciador digital Felca compartilhou em suas redes sociais um relato sobre sua recente experiência em um depoimento judicial envolvendo Hytalo Santos e Euro. Ele expressou insatisfação com o modo como a audiência foi conduzida, destacando o vazamento de suas declarações oficiais.

    De acordo com Felca, os advogados desviaram o foco dos principais pontos da acusação que ele havia levantado em um vídeo anterior, gerando um ambiente de interrupções constantes e perguntas irrelevantes, que pouco ajudavam no esclarecimento dos fatos.

    Ele criticou duramente o comportamento dos advogados de defesa, comparando a atmosfera do tribunal a um espetáculo mal organizado e inadequado.

    Atuação Questionável na Defesa

    Segundo Felca, desde o início da audiência foi evidente que os advogados de defesa estavam mais preocupados em minar sua credibilidade do que propriamente defender Hytalo Santos. Ele descreveu o cenário como sendo parecido com um circo, mencionando que se sentiu ridicularizado por perguntas absurdas feitas pelos advogados.

    “Já no início da audiência, percebi que os advogados da defesa estavam mais preocupados em me descredibilizar do que defender o acusado, muita doidera. Um atropelando o outro, perguntas absurdas, me senti num circo com palhaços sem graça”, afirmou Felca, ressaltando que a seriedade de um tribunal não deveria ser confundida com as redes sociais.

    Questões de proteção à infância

    O influenciador também abordou a seriedade do tema central do caso, relacionado à adultização precoce das crianças, enfatizando a necessidade de o Brasil evoluir no debate e na proteção dos menores. Ele considerou as ações recentes como insuficientes ante a gravidade e urgência do assunto.

    Felca chamou atenção para a importância de abordar com mais seriedade a responsabilidade social de proteger a infância, evitando reduzi-la a meros comportamentos performáticos.

    Tags
    FelcaHytalo Santoscrítica judicialaudiênciadireitos das criançasadultização infantil
    COMMENTA