O líder brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva, expressou seu apoio ao Papa ao longo de uma videoconferência na 62ª Assembleia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). O presidente transmitiu sua solidariedade ao líder da Igreja Católica, que foi criticado recentemente pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
O conflito teve início quando Trump acusou o Papa de ser leniente com questões criminais e ineficaz em política externa, após o Papa ter citado uma passagem bíblica que rejeita as orações de beligerantes. Trump respondeu citando oportunistas violentos no Irã.
Engajamento de Lula com a CNBB e o Papa Leão XIV
Lula elogiou o envolvimento da CNBB na promoção da democracia e dos direitos humanos no Brasil, especialmente durante períodos de ditadura. O político sublinhou a relevância histórica da Igreja Católica em lutas sociais e como a CNBB apoia o desenvolvimento de políticas públicas brasileiras.
Ele também mencionou o aniversário de 200 anos de relações diplomáticas entre o Brasil e o Vaticano, e como o evento ‘Moradia e Fraternidade’ da Campanha da Fraternidade se alinha com o programa governamental Minha Casa, Minha Vida.
Financiamentos adicionais ao programa habitacional
Lula anunciou, com suporte do ministro das Cidades, Vladimir Lima, um investimento adicional de R$ 20 bilhões ao orçamento de R$ 200 bilhões para o Minha Casa, Minha Vida, enfatizando a importância da moradia como eixo central em políticas de inclusão social.
Finalizando sua participação, Lula reiterou o compromisso brasileiro com o princípio constitucional do estado laico, assegurando total liberdade religiosa como fundamentos do país.