Caso Orelha: Polícia de Santa Catarina usa software francês e indicia adolescente suspeito

  • A equipe da Polícia Civil de Santa Catarina finalizou o inquérito sobre a trágica morte de Orelha, um cachorro comunitário adorado na Praia Brava, Florianópolis. O desfecho da investigação aponta um adolescente como o culpado pela agressão fatal ao animal, que culminou em sua morte.

    Os fatos revelam que o ataque ocorreu na madrugada de um sábado, aproximadamente às 5h30. Exames realizados pela Polícia Científica demonstraram que o cão sofreu um impacto forte na cabeça, decorrente provavelmente de um chute ou algum objeto sólido. O cachorro, que já era um mascote da comunidade local, foi encontrado e socorrido por moradores no dia seguinte, mas, infelizmente, não sobreviveu aos ferimentos, sendo submetido a eutanásia.

    O Amado Cão Orelha

    Orelha era considerado um membro da comunidade da Praia Brava, onde viveu por cerca de dez anos, recebendo cuidados e carinho dos moradores e comerciantes da região. Sua morte não apenas chocou, mas também mobilizou a comunidade local, que exigiu justiça e respostas rápidas das autoridades.

    Detalhes da Investigação Policial

    Em uma reviravolta investigativa, foi descoberto por meio de câmeras de segurança que o adolescente deixou seu condomínio às 5h25 e só retornou às 5h58. Ele alegou em depoimento ter ficado na área da piscina durante todo esse tempo, o que contradizia as gravações das câmeras. Este ponto foi crucial para levantar suspeitas. Além do mais, com a ajuda de um avançado software francês de geolocalização, foi possível determinar que o suspeito estava no local e na hora do ataque ao cão.

    A defesa do adolescente contesta as acusações, alegando falta de provas diretas que conectem seu cliente ao crime. No entanto, com base nos fortes indícios coletados, o inquérito foi encaminhado ao Judiciário, com um pedido de internação do jovem.

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